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Vai fazer uma cirurgia?Atualização Importante!

Se você tem Paraparesia Espástica Hereditária (PEH), Esclerose Lateral Primária (ELP), Paraparesia Espástica Tropical (PET), Síndrome da Pessoa Rígida (SPR), Síndrome de Sjögren-Larsson (SLS) ou outra doença neuromuscular, informe sempre seu diagnóstico ao anestesiologista antes da cirurgia.

Em 2019, a ASPEC Brasil traduziu e adaptou um material da Spastic Paraplegia Foundation (SPF) sobre anestesia em pessoas com PEH e ELP. Como novas evidências científicas foram publicadas, estamos atualizando essas orientações.

Na maioria dos casos, pessoas com essas doenças podem realizar cirurgias com segurança. O mais importante é que o anestesiologista conheça o diagnóstico e planeje a anestesia de forma individualizada.

As recomendações atuais reforçam que a succinilcolina (suxametônio), um relaxante muscular usado em algumas anestesias gerais, deve ser evitada em pessoas com doenças neuromusculares. Seu uso pode aumentar o risco de complicações, como hipercalemia (elevação do potássio no sangue), resposta muscular exagerada e, em algumas doenças neuromusculares, rabdomiólise e alterações do ritmo cardíaco.

Também informe ao anestesiologista se você tem espasticidade, fraqueza muscular, dificuldade para respirar ou dificuldade para engolir. Essas informações ajudam a equipe médica a planejar a anestesia de forma mais segura.

Salve esta publicação e compartilhe com seu anestesiologista.

Tradução e adaptação do material da Spastic Paraplegia Foundation (2019), atualizada com recomendações científicas recentes.

Referências

  • Dollinger M. Surgical Anesthesia in HSP and PLS. Synapse. Spastic Paraplegia Foundation. Vol. 22, Issue 2, 2019.
  • OrphanAnesthesia. Hereditary Spastic Paraplegia – Anaesthesia Recommendations.
  • Finsterer J, Stöllberger C. Anaesthesia in patients with neuromuscular disorders: general recommendations and specific advice. European Journal of Neurology.

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Pesquisas ao redor do mundo sobre Esclerose Lateral Primária (ELP)

A Esclerose Lateral Primária (ELP) é uma doença neurológica rara e progressiva que afeta principalmente os neurônios motores superiores. Atualmente, não há cura, e os tratamentos disponíveis têm como objetivo aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

As principais linhas de pesquisa incluem:

🇺🇸 Estados Unidos

  • Estudos de história natural da ELP.
  • Biomarcadores e causas genéticas em casos familiares.
  • Ensaio clínico com dalfampridina para avaliar a melhora da marcha e da mobilidade.

🇮🇹🇬🇧 Itália e Reino Unido

  • Neuroimagem avançada (ressonância magnética e PET).
  • Caracterização clínica.
  • Biomarcadores para acompanhar a progressão da doença.

🇧🇷 Brasil

  • Estudos de história natural e caracterização clínica.
  • Maior coorte de ELP da América Latina, contribuindo para compreender a evolução da doença.

Essas pesquisas ampliam o conhecimento sobre a ELP e podem contribuir para o desenvolvimento de futuros ensaios clínicos e tratamentos mais específicos.

Referências

  • Turner MR, Barohn RJ, Corcia P, et al. Primary Lateral Sclerosis: Consensus Diagnostic Criteria. J Neurol Neurosurg Psychiatry. 2020.
  • Turner MR, Talbot K. Primary lateral sclerosis: diagnosis and management. Practical Neurology. 2020.
  • Statland JM, Barohn RJ, Dimachkie MM, Floeter MK. Primary Lateral Sclerosis. Neurologic Clinics. 2015.
  • Couto CM, Watkins CV, Carvalho RS, et al. Primary lateral sclerosis in Brazil: phenotypic heterogeneity, non-motor features, and prognostic markers in a 17-year multicentre cohort. Amyotrophic Lateral Sclerosis and Frontotemporal Degeneration. 2026.
  • ClinicalTrials.gov. Use of Dalfampridine in Primary Lateral Sclerosis (NCT02868567).

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Brasil publica o maior estudo da América Latina sobre Esclerose Lateral Primária (ELP)

O estudo de Couto et al. (2026) acompanhou 81 pessoas com ELP atendidas na Rede SARAH entre 2007 e 2023, tornando-se a maior pesquisa sobre ELP já realizada na América Latina.

Os principais resultados mostraram que:

  • 65% dos casos começaram nas pernas, 22% na fala ou deglutição e 11% nos braços.
  • Sintomas não relacionados ao movimento também foram frequentes: 57% apresentaram urgência urinária, 51% afeto pseudobulbar e 11% comprometimento cognitivo.
  • 7% dos pacientes apresentaram parkinsonismo, um conjunto de sintomas que pode incluir lentidão dos movimentos, rigidez muscular, dificuldade para iniciar os movimentos, redução da expressão facial e, em alguns casos, tremor. Esses pacientes apresentaram características associadas a uma evolução clínica menos favorável.
  • Cerca de 10% iniciaram a doença com fraqueza em apenas um lado do corpo, evoluindo posteriormente para a forma clássica da ELP.
  • 10% tinham histórico familiar da doença e 3% apresentavam expansão no gene C9orf72. Além disso, pessoas da mesma família podiam apresentar manifestações diferentes da doença.

O estudo também mostrou que as características da ELP observadas no Brasil são semelhantes às descritas em outros países.

Esta pesquisa não avaliou novos tratamentos. No entanto, ela amplia o conhecimento sobre a ELP e fornece informações importantes para futuras pesquisas que busquem desenvolver novos tratamentos, melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença e, no futuro, contribuir para avanços que possam modificar sua evolução.

Referência: Couto AB et al. Clinical spectrum and prognostic markers in a Brazilian primary lateral sclerosis cohort. Amyotrophic Lateral Sclerosis and Frontotemporal Degeneration. 2026. https://doi.org/10.1080/21678421.2026.2652325

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

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Thomaz: uma história de diagnóstico, esperança e transformação diante da PEH-SPG50

Relato da Sofia Brandão, mãe do Thomaz

Thomaz é a segunda criança diagnosticada com PEH-SPG50 no Brasil, uma doença ultrarara, Paraparesia Espástica Hereditária-SPG50, causada por alterações no gene AP4M1.

Desde os primeiros meses de vida, sua mãe, Sofia, percebeu que algo não estava bem. Thomaz era um bebê muito tranquilo, pouco reativo aos estímulos, apresentava atraso no desenvolvimento motor e dificuldade para ganhar peso e crescer. Após uma longa investigação com exames de imagem, fisioterapia e diversos testes genéticos, o diagnóstico foi confirmado quando ele tinha 1 ano e 4 meses.

Receber o diagnóstico foi devastador. A família encontrou poucas informações, e a maioria descrevia uma doença neurodegenerativa progressiva, com perda de habilidades motoras e importantes limitações ao longo da vida.

Mas a esperança surgiu através da história de Dudu, a primeira criança diagnosticada com SPG50 no Brasil. Sua família, especialmente sua mãe, Débora, compartilhou informações e orientou os pais de Thomaz sobre o estudo clínico de terapia gênica realizado em Dallas, nos Estados Unidos.

Graças a esse apoio e à rápida mobilização da família, Thomaz foi aceito no estudo. Apenas quatro meses após o diagnóstico, recebeu a terapia gênica Melpida por infusão intratecal, após uma extensa avaliação médica que confirmou sua elegibilidade.

Os primeiros resultados apareceram cerca de 15 dias depois. Thomaz passou a ganhar força, ficar em pé com mais segurança, andar com apoio, explorar melhor o ambiente e apresentar avanços importantes na comunicação. A família permaneceu quatro meses em Dallas, onde ele realizou fisioterapia e fonoaudiologia intensivas.

Hoje, Thomaz continua em acompanhamento, com exames estáveis e evolução positiva. Já anda com andador, consegue dar alguns passos sozinho, ampliou suas habilidades cognitivas e de comunicação e segue conquistando novas habilidades a cada dia.

Sua história mostra a importância do diagnóstico precoce, do acesso à ciência e do apoio entre famílias. A solidariedade da família de Dudu ajudou a transformar o futuro de Thomaz, reforçando que juntos podemos levar esperança a outras crianças com doenças ultrarraras.

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SPS na Infância e Adolescência

Síndrome da Pessoa Rígida (SPS) em crianças é muito rara, mas pode acontecer. Embora a maioria dos casos comece entre os 30 e 50 anos, existem casos pediátricos descritos na literatura médica.

Como a SPS pode aparecer em crianças?

Os sintomas são semelhantes aos dos adultos:
Rigidez muscular progressiva.
Espasmos dolorosos.
Quedas frequentes.
Dificuldade para caminhar.
Sintomas desencadeados por sustos, barulhos, toques ou emoções.
Em alguns casos, há dificuldade para engolir ou respirar.
Hopkins Medicine ·

Por que o diagnóstico pode demorar?

Em crianças, a SPS pode ser confundida com:
Paralisia cerebral.
Distonias.
Doenças ortopédicas.
Transtornos funcionais.
Outras doenças neurológicas raras.

Um estudo do centro especializado da Johns Hopkins Hospital SPS Center mostrou que muitas pessoas que tiveram início dos sintomas na infância só receberam o diagnóstico correto anos depois, algumas já adultas.

Relação com Diabetes Tipo 1
A associação também existe em crianças.
Uma revisão sistemática publicada em 2025 analisou 49 casos pediátricos de SPS e encontrou:
Diabetes Tipo 1 em cerca de 18% dos casos.
Doenças da tireoide em cerca de 14%.
Forte associação com autoimunidade e anticorpos anti-GAD.

Tratamento:

Os tratamentos mais utilizados em crianças incluem:
Diazepam e outros benzodiazepínicos.
Imunoglobulina intravenosa (IVIG).
Corticoides.
Rituximabe em casos selecionados.
Fisioterapia e reabilitação.

O que foi discutido recentemente nos simpósios de SPS?
Um dos focos atuais dos pesquisadores é justamente entender melhor a SPS de início pediátrico, porque ela parece ser mais frequente do que se pensava e muitas crianças passam anos sem diagnóstico correto. Também há grande interesse na relação entre SPS, anti-GAD, Diabetes Tipo 1 e outras doenças autoimunes.

Fontes científicas
Johns Hopkins Medicine – SPS.
Hopkins Medicine
Revisão sistemática de SPS pediátrica (2025).

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Nova esperança para a Síndrome da Pessoa Rígida (SPS)


Um estudo clínico de fase 2 (KYSA-8) trouxe resultados promissores com a terapia celular miv-cel (KYV-101), em um grupo de 26 pacientes com SPS, acompanhados por uma média de 6,5 meses.
Com apenas uma dose, os pacientes apresentaram:
• Melhora significativa na mobilidade, com mediana de 46% de melhora na marcha
• Redução da rigidez muscular
• 81% com melhora clínica relevante
• Cerca de um terço atingiu velocidade de caminhada semelhante a adultos saudáveis
• 67% deixaram de precisar de auxílio para caminhar
• 100% ficaram livres de imunoterapia adicional até 16 semanas
miv-cel (KYV-101) é uma terapia CAR-T que utiliza células do próprio paciente modificadas para eliminar células B envolvidas na doença, promovendo um possível “reset” do sistema imunológico.
✔ Tratamento bem tolerado
✔ Sem casos graves de síndrome de liberação de citocinas (CRS) ou efeitos neurológicos (ICANS)
✔ Possíveis efeitos adversos incluíram neutropenia em alguns pacientes, com resolução dos casos graves
✔ Potencial de dose única com efeitos duradouros
A empresa está preparando a submissão para aprovação regulatória (BLA), com expectativa para 2026.
Estudo clínico ainda em andamento, com número limitado de participantes e sem aprovação atual pela FDA. Consulte sempre um profissional de saúde.


#DoençasRaras #Neurologia #PesquisaCientífica #TerapiaCelular #Esperança

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Pesquisas ao redor do mundo – Síndrome da Pessoa Rígida (SPR/SPS)

 

Síndrome da Pessoa Rígida (SPR/SPS)

Doença neurológica rara, de origem autoimune, marcada por rigidez muscular progressiva e espasmos dolorosos, que podem ser desencadeados por som, toque ou estresse.

Pesquisas ao redor do mundo

Onde e o que está sendo estudado

• Estados Unidos
Imunoglobulina Intravenosa
Rituximabe
Efgartigimod e terapias alvo FcRn
Terapia celular CAR T anti CD19
Neuromodulação

• Reino Unido
Autoanticorpos como anti GAD65 e receptor de glicina
Resposta à imunoterapia

• Alemanha
A SPR/SPS é estudada como um espectro que inclui a PERM (Encefalomielite Progressiva com Rigidez e Mioclonias)
Imunoterapia, plasmaférese e rituximabe

• França
Imunoterapia e estudos sobre mecanismos autoimunes

• Itália
História natural da doença e estratégias terapêuticas

• Brasil
Séries de casos e relatos clínicos
Estudos eletrofisiológicos

A pesquisa científica é fundamental para ampliar o conhecimento, melhorar o diagnóstico e avançar no cuidado das pessoas que convivem com a Síndrome da Pessoa Rígida.

Clique aqui para mais detalhes.

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Pesquisas ao redor do mundo – SPG15

SPG15 e o avanço da ciência

A SPG15 é uma forma rara de Paraparesia Espástica Hereditária causada por mutações no gene ZFYVE26, que afetam processos essenciais de limpeza celular.

Pesquisas ao redor do mundo estão avançando em diferentes frentes:

* Células-tronco para entender a doença
* Medicamentos experimentais como SMER28 e naringenina
* Estudos clínicos para acompanhar a progressão
* Terapia genética como estratégia futura

Esses estudos ainda estão em fase pré-clínica, mas já mostram caminhos promissores para o desenvolvimento de tratamentos.

A ciência avança com colaboração internacional e esperança para a comunidade.


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#PEH
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Pesquisas ao redor do mundo – SPG11

A ciência já começou a mudar o futuro da SPG11.

A SPG11 é um subtipo co23,M mplicado e recessivo de paraparesia espástica hereditária, causado por mutações no gene SPG11. Pode causar fraqueza e espasticidade nos membros inferiores, progressão para membros superiores, dificuldade para andar, disartria e disfagia, alterações cognitivas e problemas urinários.

Está associada à disfunção lisossomal e ao acúmulo de lipídios nos neurônios. Um dos principais processos afetados é a autofagia. A autofagia é o sistema de limpeza das células, responsável por remover e reciclar componentes danificados. Na SPG11, esse processo não funciona corretamente.

Pesquisas incluem:
• França – ASO (corrige expressão do gene)
• França / EUA – Venglustat (reduz lipídios tóxicos)
• Itália – Trehalose (autofagia – melhora limpeza celular)
• França / Alemanha / EUA – LXR (regula colesterol neuronal)
• Itália / Reino Unido – Naringenina + SMER28 (autofagia – ativa reciclagem celular)
• Grécia / Alemanha / EUA – Imunomoduladores (reduzem inflamação cerebral)
• China – Modelos genéticos (identificam mutações)
• Reino Unido – função lisossomal (transporte intracelular)
• Reino Unido – terapia gênica (em desenvolvimento)

Também avançam: EUA / Europa – biomarcadores (medem progressão da doença) e EUA – história natural (acompanham evolução clínica).

Resultados ainda experimentais, não comprovados em pacientes.

A ciência está avançando

#SPG11#Paraparesiaespasticahereditaria#AspecBrasil#PesquisaCientífica#Neurologia

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Pesquisas ao redor do mundo – SPG5A

SPG5 Paraparesia Espástica Hereditária

A SPG5 é uma forma rara de Paraparesia Espástica Hereditária causada por mutações no gene CYP7B1, que alteram o metabolismo do colesterol e levam ao acúmulo de oxisteróis tóxicos ao sistema nervoso.

Os sintomas mais comuns incluem espasticidade progressiva nas pernas, dificuldade para caminhar, fraqueza, reflexos aumentados e fadiga muscular.

Na SPG5, o problema não está no colesterol da alimentação, mas na sua metabolização. Por isso, alguns médicos utilizam estatinas com o objetivo de reduzir a formação de oxisteróis, abordagem ainda em investigação científica.

As vias do colesterol e da vitamina D são interligadas. A deficiência de vitamina D não é característica genética da SPG5, mas pode ocorrer em algumas pessoas, motivo pelo qual seu monitoramento faz parte do cuidado clínico global.

Pesquisas sobre SPG5 ao redor do mundo incluem estudos na Alemanha, França, Itália e Noruega sobre história natural, biomarcadores e uso de estatinas, além de pesquisas nos Estados Unidos e Europa com terapia gênica em modelos animais e modelos celulares humanos derivados de iPSC.

#SPG5#PEH#ParaparesiaEspasticaHereditaria#DoencasRaras#DoencasNeurologicas 

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Pesquisas ao redor do mundo – SPG3A

Pesquisa SPG3A | Ciência que gera esperança

A PEH tipo SPG3A é uma forma genética de início precoce da Paraparesia Espástica Hereditária.

Pesquisas lideradas pelo Craig Blackstone, com apoio da The Carter Foundation, buscam transformar ciência básica em caminhos reais para tratamento por meio da medicina translacional.

O foco é entender como mutações no gene ATL1 afetam os neurônios motores
As hipóteses terapêuticas são testadas em modelos animais SPG3A, desenvolvidos no Jackson Laboratories

Quatro linhas de pesquisa em estudo
• Modulação de lipídios
• Inibição da via de sinalização BMP
• Terapias com oligonucleotídeos antissenso (ASO)
• Edição genética avançada (base editing)

Ainda não é um tratamento disponível, mas representa um passo essencial para o desenvolvimento de terapias seguras e eficazes no futuro.

Ciência, responsabilidade e esperança caminhando juntas.

#SPG3A
#paraparesiaespasticahereditaria

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Pesquisas ao redor do mundo – Síndorme de Sjögren Larsson

A SLS é uma doença genética rara, causada por mutações no gene ALDH3A2, caracterizada por ictiose congênita, espasticidade e alterações neurológicas, que podem impactar a locomoção.

Principais linhas de pesquisa

• Estudos clínicos
Pesquisas nos Estados Unidos e na Europa avaliam terapias tópicas para a ictiose associada à SLS.

• Neuroimagem
Estudos na Suécia, Holanda, França e no Brasil utilizam ressonância magnética para investigar alterações neurológicas e sua relação com os sintomas motores.

• Genética e fisiopatologia
Pesquisas conduzidas nos Estados Unidos e em países da Europa, como França, Suécia e Holanda, investigam mutações no gene ALDH3A2, a função da enzima FALDH e os mecanismos metabólicos envolvidos na SLS.

• Função motora e locomoção
Pesquisas internacionais, especialmente na Europa, exploram o impacto da SLS na marcha, na espasticidade e no desenvolvimento motor.

Aspec Brasil 🇧🇷
A Aspec Brasil atua na conscientização sobre a SLS, no apoio às famílias, na divulgação científica e na conexão com pesquisas.

A ciência segue avançando para ampliar o conhecimento e melhorar a qualidade de vida das pessoas com SLS

#SindromeDeSjogrenLarsson #SLS #DoencasRaras #RareDiseases #GeneticDisorder 

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Pesquisa clínica em HTLV-1

Compartilhamos uma oportunidade de participação em pesquisa clínica para pessoas com HTLV-1 que apresentem manifestações associadas ao vírus.
O estudo DOT-HTLV está recrutando participantes conforme os critérios descritos na arte. Pesquisas clínicas são fundamentais para ampliar o conhecimento científico e contribuir para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para doenças associadas ao HTLV.

Mais informações sobre o estudo:
https://clinicaltrials.gov/study/NCT07555431
Contato da equipe de pesquisa:
WhatsApp: (71) 98643-7229


A Aspec Brasil compartilha esta informação como utilidade pública para a comunidade. A participação em pesquisas é voluntária e todas as dúvidas devem ser esclarecidas diretamente com a equipe responsável pelo estudo.


Créditos e marcações:
@pulsandohtlv
@hubrasil.gov
@ufbaoficial
@medicinaufba

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Saúde, Ciência & Tecnologia Utilidade Pública

Nota Institucional sobre Polilaminina

A Aspec Brasil buscou esclarecimentos junto a médico especialista sobre a possível aplicação da polilaminina nas doenças neurológicas acolhidas pela instituição.

De acordo com a orientação recebida, a polilaminina é considerada uma terapêutica promissora. No entanto, ainda precisará passar por fases mais ampliadas de estudos clínicos antes que qualquer indicação possa ser estabelecida.

Até o momento, os resultados divulgados referem-se a estudos relacionados a lesões traumáticas agudas.
Os dados enviados às agências regulatórias são predominantemente pré clínicos, e as fases clínicas ainda deverão ser complementadas, seguindo rigorosamente os critérios de segurança, eficácia e monitoramento exigidos para qualquer nova medicação.

Ainda será necessário compreender:

  • Quais seriam os cenários mais adequados para eventual uso futuro
  • Quais os benefícios clínicos reais
  • Quais os possíveis efeitos e implicações no uso a longo prazo

Até o presente momento, não há comprovação clínica para doenças neurológicas crônicas e neurodegenerativas, incluindo as condições acolhidas pela Aspec Brasil.

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Data comemorativa Eventos Saúde, Ciência & Tecnologia Utilidade Pública

17 de Outubro: Um Marco Histórico para a Comunidade PEH e ELP

17 de Outubro: Um Marco Histórico para a Comunidade PEH e ELP

No dia 17 de outubro, celebramos o primeiro Dia Internacional da Paraparesia Espástica Hereditária (PEH) e da Esclerose Lateral Primária (ELP) — uma data que simboliza conscientização, união e representatividade mundial.

Esse marco histórico foi conquistado por um movimento internacional no qual 19 associações de 15 países se uniram e assinaram a petição para oficializar esse dia como a data global de conscientização da PEH e da ELP. Um verdadeiro triunfo coletivo que demonstra a força e a solidariedade da nossa comunidade rara.

A Spastic Paraplegia Foundation (SPF), organização sem fins lucrativos dos Estados Unidos, tem como principal objetivo arrecadar fundos para pesquisas científicas sobre a Paraparesia Espástica Hereditária (HSP/PEH) e a Esclerose Lateral Primária (PLS/ELP). Desde 2002, a SPF também atua promovendo apoio às famílias, divulgação de informações e incentivo à colaboração internacional entre pesquisadores e associações de diversos países.

A videoconferência internacional organizada pela SPF reuniu participantes de diferentes partes do mundo ao longo do dia. O Brasil participou às 20h (horário de Brasília), reunindo membros da Aspec Brasil, famílias e pessoas com PEH e ELP, além de participantes de Portugal, Canadá e França, reforçando o espírito global do evento.

Destaques da participação brasileira
• Nayara Stivali, Diretora do Núcleo Financeiro, mãe do Arthur (SPG4), compartilhou os desafios e vitórias de sua família com emoção e esperança.
• Jailson Mousinho, pessoa com PEH e ex-presidente da Aspec Brasil, relatou sua trajetória de resiliência na vida.
• Eduardo, com SPG8, apresentou reflexões sobre sua experiência de vida com a condição.
• Liane, com ELP, emocionou todos ao dividir sua história de força e sensibilidade.
• Rejane, mãe de Camila e Filipe (SPG11), teve seu depoimento lido em inglês por Celyna Rackov, garantindo que sua mensagem fosse ouvida internacionalmente.

  • Celyna Rackov, Presidente da Aspec Brasil e também Embaixadora da Spastic Paraplegia Foundation no Texas e no Brasil, que tem PEF SPG4, realizou a tradução simultânea dos relatos brasileiros para o inglês.

Essa atitude da atual Presidente permitiu que as vozes do Brasil fossem compreendidas e valorizadas no cenário internacional, gerando uma maior proximidade em busca do bem comum.

Esse 17 de outubro foi um dia de visibilidade, acolhimento, informação e união global, que seja o primeiro de muitos anos marcantes na luta por mais pesquisa, diagnóstico, tratamento e qualidade de vida para todas as pessoas com PEH e ELP!

Aspec Brasil — Unidos pela informação, acolhimento e esperança.

#DiaInternacionalPEH #DiaInternacionalELP #HSP #PLS #AspecBrasil #SpasticParaplegiaFoundation #DoençasRaras #UnidosPelaInformação #RaroÉSerMuitos #RareDiseaseAwareness

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Nota de Falecimento

NOTA DE FALECIMENTO

É com grande tristeza que a Aspec Brasil comunica o falecimento da associada Maria Madalena (Mada), ocorrido na madrugada deste dia 11 de setembro.
Mada, como era popularmente conhecida, foi uma das fundadoras da Aspec Brasil e faleceu em decorrência de um infarto ocorrido na última madrugada.
Manifestamos nossos mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos, rogando a Deus que conceda força, amparo e conforto neste momento de dor.

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Eventos Saúde, Ciência & Tecnologia Utilidade Pública

Live Muito Especial – Esclerose Lateral Primária (ELP)

🗓️ Data: 20 de agosto
🕗 Horário: 20h00

🎙️ Participantes:

* Dr. Marcondes França Júnior – Neurologista, Unicamp
* Jucilene Pereira – Mediadora e pessoa com ELP
* Adriana Souza – Pessoa com ELP

💡 Este encontro faz parte das ações da Semana de Conscientização da Esclerose Lateral Primária (ELP) e da Paraparesia Espástica Hereditária (PEH), promovida pela Spastic Paraplegia Foundation.

📍 Transmissão: Canal do YouTube da Aspec Brasil: https://www.youtube.com/watch?v=Y_Yv3zzQBuc
🎯 Tema: Vivências, informações e conscientização sobre a ELP

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Utilidade Pública

ASSOCIAÇÃO TEM NOVA ADMINISTRAÇÃO

Desde o dia 1º de janeiro, a Aspec Brasil está sob a gestão da chapa “Somos Aspec Brasil”, eleita em Assembleia Geral realizada no dia 28 de dezembro de 2024.
A nova administração é liderada pela brasileira-americana Celyna Káritas Rackov, presidente; e pelo advogado paulista Álvaro Maciel Gil, vice-presidente e diretor jurídico. Além deles, foram eleitas quatro diretoras de Núcleos e novos integrantes para os Conselhos Deliberativo e Fiscal, que atuarão durante o mandato vigente até 31 de dezembro de 2027.
O ex-presidente da entidade, Jailson Mouzinho, destacou a importância desse momento: “Com a nova gestão, a Aspec Brasil olha para um futuro promissor e tem muito a crescer e prosperar.”
A presidente Celyna Rackov também ressaltou o papel da gestão anterior: “É com imensa gratidão que reconhecemos o aprendizado e a experiência adquirida com o ex-presidente da associação, Jailson Mouzinho, cujo trabalho foi essencial para o nosso progresso.”
Nos próximos dias, a composição da equipe será finalizada com a escolha dos coordenadores e secretários, que serão indicados pelos diretores eleitos.

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Eventos

Associados comemoram os 7 anos da Aspec Brasil

Na tarde do último sábado, 7, associados da Associação Aspec Brasil reuniram-se na cidade de São Paulo e por videoconferência para celebrar o aniversário de 7 anos da entidade, completados no dia 2 de dezembro.

A parte presencial da comemoração foi organizada pela presidente de honra da entidade, Rejane Mota, enquanto a modalidade online ficou sob a coordenação da vice-presidente, Celyna Raccov, que participou diretamente dos Estados Unidos, onde reside.

Os associados Severino e Jaqueline definiram bem o espírito da comemoração ao comentarem que o evento foi “um momento único, onde foi possível reencontrar e conhecer novas pessoas com histórias de superação”.